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Lugares paradisíacos como a praia de Ponta de Pedras (foto) estão ameaçados pela especulação imobiliária em Santarém. Vinte e sete entidades divulgaram nota de apoio à Recomendação do Ministério Público para imediata suspensão da tramitação do projeto de Lei nº 1621/2017, que altera dispositivos da lei de parcelamento, uso e ocupação do solo de Santarém. A funesta iniciativa reduz a proteção aos mananciais hídricos, permite a construção de prédios de até 27 metros na orla de Santarém e de até 19 metros nas praias de Alter-do-Chão, Ponta de Pedras, Tapary, Carapanari e Pajuçara. Como se não bastasse, amplia a área portuária, iniciando na Av. Borges Leal, seguindo pela margem do rio Tapajós até o rio Ituqui, inclusive na APA do lago Maicá e ainda por cima permite atividade extrativa e mineral na zona de preservação ambiental. 

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Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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