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Foto: Antonio Silva
O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Adnan Demachki, fez novas rodadas técnicas de apresentação do projeto da Ferrovia Paraense no Rio de Janeiro, esta semana. Ontem, mostrou a diretores da estatal russa RZD – fundada em 1842 e que opera, entre outras, a lendária Transiberiana -, e que já está no páreo da concessão do trecho de cerca de 1,5 mil quilômetros da ferrovia Norte-Sul, entre Açailândia (MA) e Estrela D’Oeste (SP).  

Hoje, foi a vez de novos debates com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para possível financiamento do projeto.  Outras reuniões com investidores já estão previstas.

A Ferrovia Paraense terá 1.312 quilômetros, atravessando 23 municípios paraenses e integrada à Norte-Sul ao longo de 58 Km, de Açailândia (MA) a Rondon do Pará, com destino ao Porto de Vila do Conde, em Barcarena(PA). O custo é estimado em R$ 14 bilhões. O Estudo de Viabilidade Econômica, Técnica e Ambiental (EVTEA) já foi aprovado desde julho deste ano. O Rima (Relatório de Impacto ao meio Ambiente) pode ser acessado aqui.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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