O Instituto Histórico e Geográfico
do Pará completa 113 anos,
junto com a Academia Paraense de Letras, em 23 de maio, e nós ganhamos o
presente. Ambos foram fundados em 1900, no Theatro da Paz, pelo barão do
Guajará, Domingos Antônio Raiol, e pelo então governador José Paes de Carvalho,
acompanhados de grupos de intelectuais da época em que Belém era um centro
cultural.
do Pará completa 113 anos,
junto com a Academia Paraense de Letras, em 23 de maio, e nós ganhamos o
presente. Ambos foram fundados em 1900, no Theatro da Paz, pelo barão do
Guajará, Domingos Antônio Raiol, e pelo então governador José Paes de Carvalho,
acompanhados de grupos de intelectuais da época em que Belém era um centro
cultural.
Hoje, às 15:30h, tem palestra “Nos primórdios do Pará – o governo da conquista”, com o
conferencista Prof. Dr. Arno Wehling, presidente do IHGB, na jornada acadêmica
que começou dia 3 e continua no auditório audiovisual no 2º andar do Centur,
gratuita, com direito a certificado.
Amanhã, às 15h, haverá mesa redonda com o tema História e Sociabilidade
na Amazônia do Século XIX, com o Prof. Msc. Elson Monteiro e o Prof. Dr. Márcio
Couto Henrique. Presidirá a mesa o pesquisador José Leôncio Siqueira.
Na quarta-feira, 8, às 15h, a mesa redonda Geografia – produção do
território e meio ambiente na Amazônia, com o Prof. Dr. João Márcio Palheta e
Prof. Dr. Clay Nunes Chagas. O presidente da mesa será o Prof. Dr. Christian
Nunes da Silva.
Na quinta, 9, a mesa trata de Antropologia e Folclore no Pará, com a
profª. Maria de Nazaré Silva Soares e a Profª. Dra. Taíssa Tavernard de Luca,
sob a presidência do Prof. Msc. José Maria Abreu Jr.
Após seis anos fechado para reformas, o
solar Barão do Guajará, sede do IHGP, na rua do Aveiro, 62, na Cidade Velha, doado
pela Prefeitura de Belém em 1944, reabriu
ao público com uma semana de eventos que terminam dia 10, recebendo estudantes,
professores, pesquisadores e entusiastas de História, Geografia, Antropologia e
Folclore paraenses. Em 23 de maio de 1950, no aniversário de 50 anos, o solar
se tornou parte do patrimônio histórico e arquitetônico da capital.
solar Barão do Guajará, sede do IHGP, na rua do Aveiro, 62, na Cidade Velha, doado
pela Prefeitura de Belém em 1944, reabriu
ao público com uma semana de eventos que terminam dia 10, recebendo estudantes,
professores, pesquisadores e entusiastas de História, Geografia, Antropologia e
Folclore paraenses. Em 23 de maio de 1950, no aniversário de 50 anos, o solar
se tornou parte do patrimônio histórico e arquitetônico da capital.
O acervo do IHGP inclui mais de 50 mil
livros que remontam ao ano 1.700, parte deles originária do próprio barão, e
uma grande quantidade de documentos, cartas, mapas, pinturas e armas, que estão
sendo higienizados e catalogados. O prédio, uma joia da arquitetura, está em
fase final de restauração.
livros que remontam ao ano 1.700, parte deles originária do próprio barão, e
uma grande quantidade de documentos, cartas, mapas, pinturas e armas, que estão
sendo higienizados e catalogados. O prédio, uma joia da arquitetura, está em
fase final de restauração.












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