O
decreto de 7 de janeiro de 1890, do primeiro presidente da República, marechal
Deodoro da Fonseca, desvinculou a igreja do Estado. O então bispo católico do
Pará, Dom Antônio de Macedo Costa, não gostou da novidade e escreveu uma carta
pública afirmando que a igreja “não pode,
sem contradizer sua história, sem renegar a sua própria essência, admitir o
princípio de que todas as religiões são igualmente verdadeiras.” É que
desde a colonização a religião oficial do Brasil era o catolicismo. Mas todas
as Constituições, desde 1891, reafirmaram o estado laico.
decreto de 7 de janeiro de 1890, do primeiro presidente da República, marechal
Deodoro da Fonseca, desvinculou a igreja do Estado. O então bispo católico do
Pará, Dom Antônio de Macedo Costa, não gostou da novidade e escreveu uma carta
pública afirmando que a igreja “não pode,
sem contradizer sua história, sem renegar a sua própria essência, admitir o
princípio de que todas as religiões são igualmente verdadeiras.” É que
desde a colonização a religião oficial do Brasil era o catolicismo. Mas todas
as Constituições, desde 1891, reafirmaram o estado laico.












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