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Os homens que utilizam o Facebook estão muito incomodados, e com justa razão. O aplicativo Lulu, da empresa Luluvise, criado exclusivamente para mulheres que gostam de compartilhar experiências, permite que elas usem expressões, jargões, hashtags e até deem notas – anonimamente – para os parceiros, seus ou não. O pior é que os dados de todos os que estão no Facebook podem ser usados, porque um programa interage com o outro, daí resultando que o homem tem sua imagem exposta à visualização de todos na internet.
 
Nessa brincadeira sem graça, sucumbem vários direitos constitucionais, principalmente o direito à intimidade.  Há  discriminação, danos à imagem, além de afetar a própria dignidade humana.
 
Triste constatar que existem mulheres que, ao invés de avançar nas conquistas do gênero, praticam infâmias do tipo.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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